MAZELAS BRASILEIRAS
Para combater o que chama de desindustrialização ou queda do emprego na indústria, Mailson da Nóbrega (Veja, 28/7, p. 28) recomenda um ataque cerrado à tributação caótica, excesso de burocracia, infraestrutura deteriorada, insegurança regulatória, legislação trabalhista anacrônica e educação de má qualidade. Não poderia ser mais preciso.
PENAS AO VENTO
Uma vez espalhadas, não podem ser recolhidas. Há dias, noticiou-se com grande estardalhaço, que a TAM indicara um funcionário para integrar a ANAC, órgão encarregado de fiscalizar a aviação no país. Corrupção era a palavra. A resposta, em não mais do que 14 linhas, num fim de página (Veja, 28/7, p. 55), diz que a TAM não indicou ninguém e nunca teve funcionários da agência estatal na sua folha de pagamento. Isto é: a notícia ruim, em manchetes e capas; a resposta, escondida.
FARC x MST
Pode falar o que quiser, mas o envolvimento do PT com as FARC preocupa. As ações centram-se no Rio Grande do Sul, de Stédile e outros radicais. A entidade guerrilheira se esbalda no Brasil e mantém conexões com Marco Aurélio Garcia, Gilberto de Carvalho e o sempre notório José Dirceu. A própria Dilma, já está provado, deu emprego à mulher do terrorista Molina, das FARC, que hoje goza das delícias oficiais de Brasília. É o cenário que nos promete a guerrilheira Dilma Roussef e o patrono de Chavez, Lula da Silva.
MARSHALL TINHA RAZÃO
O célebre juiz americano John Marshall dizia que o poder de tributar envolve o poder de destruir. É o que o governo vem fazendo com o empresariado nacional. |